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Archive for September, 2008

Lonesomeness

I’ve been feeling lonely these days.
Everyone I know is in a serious relationship, except me.
Not everyone, but the great majority, specially the people who used to hang out with me.
The thing is, now I don’t know if I want to be alone.
Not for the matter of being with someone, but for the matter of fitting in.
It’s when you start to hang out with friends and their better half that you notice something is wrong.
Or not. It’s just weird to be the odd man out.
Anyway, it’s just a thought from a restless mind.

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Mais um sobre a vida..

Bob Marley um dia falou “Pra que levar a vida tão a sério se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos”. Sábia frase, eu diria. O impressionante é que apesar de ter absoluta convicção de que é verdade, de alguma forma, eu faço exatamente o contrário. Não existe um dia em minha vida no qual não penso demais, não calculo demais, não deixo nada acontecer espontâneamente. O pior é que depois reclamo da minha vida previsível. Sempre me convenço de que vou mudar, mas a verdade é que só engano a mim mesma. Mas, é ano novo e mais uma vez prometo não levar a vida tão a serio. Será que no fim promessas fazem alguma diferença?

10 de Janeiro de 2008

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HD Externo

A pedidos de Tito, resolvi postar a poesia que fiz pro meu HD que estava emprestado.

E mais uma noite se passa e ele não retorna ao seu lar
Ela grunge em agunia
A saudade toma conta de seu ser
Ele está presente em tudo
Seus pensamentos, seus sonhos, sua vida
Mas ele não retorna e mais uma noite passa
Ela se ver a ponto de perder a razão
Se encontra perdida sem ele
E mais uma noite passa mas ele não retorna.

E não, não estava sobre o efeito de drogas, nem estava alucinando. Só estava com saudades. Graças a essa poesia, quase fiz Tito partir os pontos de tanto rir. Espero que eu parta mais pontos alheios, bata canelas e torça pulsos.

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Sem Título

A vida passa, como a água que a correnteza leva.. e ela não volta. Jamais voltará..
Com a vida, passam momentos, amores perdidos, sonhos esquecidos..
Memórias imortalizadas e imóveis como fotos presas na parede da mente..
A vida é como um livro com incontáveis páginas, e nós continuamos virando-as sem saber onde vamos chegar..
Com um novo ano, mais páginas vamos passando, mais capítulos são escritos e tudo o que podemos fazer depois é nos conformarmos em lermos..
Porque como a água, a vida passa..
E ela nos muda..
E nós nunca mais seremos os mesmos..

30 de Dezembro de 2007

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Quem Sou Eu?

Quem sou eu? Sentada aqui olhando para o computador em minha frente me pergunto se eu sou mesmo a pessoa que sempre imaginei ser. Me pergunto se ainda sou aquela criança anti-social que amava uma vira-lata obesa. Me pergunto se ainda sou aquela menina cheia de sonhos e expectativas para o futuro. Me pergunto se uma parte de mim ainda guarda aquelas lembranças antigas na mente. Todos aqueles finais de semanas em interlagos brincando de esconde-esconde e berrando toda vez que avistava um sapo. Todos aqueles sao joãos em itacimirim brincando com estrelinhas e chuvinhas. Todos as viagens e mundaças. Todas as brincandeiras com minha vizinha da frente. Me pergunto se sou aquela que era ontem. Me pergunto se estou no lugar certo. Me pergunto se em algum lugar dentro de mim ainda acredito em contos de fadas. Me pergunto se realmente há um pé para todos sapatos. Me pergunto se já amadureci o suficiente para enfrentar a vida real. Me pergunto se dentro de mim ainda existe aquela menina aplicada e cdf que so tirava notas boas. Quem sou eu? Minha mente diz que sou alguém que meu coração nao reconhece.

13 de Julho de 2007

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Pearl

Esse espaço -> AQUI é reservado para a postagem do meu maior orgulho como escritora: meu livro. Seu nome é Pearl e este conta a vida da mesma. Não vou dar maiores detalhes, então leiam! O livro é em inglês e a estória se passa em Nova York, portanto, enjoy!

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Nostalgia

Ninguém vive sozinho. Aprendi isso em algum momento da minha vida. Aprendi que precisamos de família, amigos ou qualquer um, mesmo que este um seja apenas um animal de estimação. Mas precisamos nos sentir seguros, confortados e vivos. Eu tenho tudo isso, mas ao mesmo tempo me sinto tão sozinha, tão insegura, tão desprotegida do mundo. Sinto falta de coisas que nem sei se existem. Sinto falta de um mero sorriso, um mero abraço inesperado, um mero olhar que diz mais do que mil palavras. Ao fechar os olhos, me vejo perdida em minha mente e consigo enxergar milhares de memórias. Vitórias perdidas, conquistas avançadas, crises de risos, fofocas de madrugada. Abraços caninos, infância bem gasta, mudanças constantes, viagens de carro. Feriados em família, amigos afastados, conselhos ouvidos e conselhos dados. Sinto falta daqueles momentos que não voltam mais, daqueles momentos que não chegarão, daqueles momentos que vivo ou deixo de viver a cada instante.

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